Trechos de “Maravilhosa Graça”

maravilhosa-graca-livro-autor-philip-yancey-D_NQ_NP_324311-MLB20524853182_122015-FPhilip Yancey escreveu um dos livros mais brilhantes que já li, e olha que já faz algum tempo. Inesquecível.

Maravilhosa Graça merece ser lido, relido e, sobretudo, aprendido pelos cristãos. O legalismo suplantou a graça nos testemunhos, fazendo com as pessoas temam ou rejeitem a Igreja.

Abaixo, trechos desse livro do escritor americano:

“Não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais; e não há nada que você possa fazer para Deus te amar menos”

“Atualmente, o legalismo mudou de foco. Em uma cultura totalmente secular, a igreja está mais inclinada a demonstrar a ausência da graça por meio de um espírito de superioridade moral ou uma atitude irrefletida para com os oponentes na ‘guerra cultural’.”

“O mundo tem fome de graça.”

“A noção do amor de Deus vindo até nós livre de retribuições, sem restrições, sem compromisso, parece ir contra todo instinto da humanidade. O caminho de oito passos do budismo, a doutrina hindu do carma, a aliança judaica, o código de leis muçulmano – cada um deles oferece um caminho para alcançar a aprovação. Apenas o cristianismo atreve-se a dizer que o amor de Deus é incondicional.”

“(…) a graça não depende do que fizemos por Deus, mas antes, do que Deus fez por nós.”

“(…) Deus ama as pessoas pelo que ele é, não pelo que somos.”

“O mundo é governado pela ausência da graça. Tudo depende do que eu faço. Tenho de marcar os pontos. O feito de Jesus convoca-nos a trilhar outro caminho, um caminho que não depende de nossas realizações, mas, sim, da realização dele. Nós não temos de realizar, mas apenas seguir. Ele já ganhou para nós a preciosa vitória da aceitação de Deus.”

“A graça não é justa (…). A graça, entretanto, não tem a ver com justiça.”

“Em última análise, o perdão é um ato de fé. Perdoando outra pessoa, estou confiando que Deus é um juiz melhor do que eu. Perdoando, abandono meus próprios direitos de me vingar e deixo toda a questão da justiça nas mãos divinas. Deixo nas mãos de Deus a balança que deve pesar a justiça e a misericórdia.”

“A graça tem poder próprio, mesmo na política internacional.”

“Sinto uma profunda preocupação por nossa sociedade. Estou tocado, entretanto, pelo poder alternativo da misericórdia demonstrada por Jesus que veio para os doentes e não para os sãos, para os pecadores, não para os justos. Jesus nunca aprovou o mal, mas estava pronto a perdoá-lo. De alguma forma, ganhou a reputação de ser amigo dos pecadores, uma reputação que seus discípulos correm o risco de perder. Como diz Dorothy Day: ‘Eu realmente só amo a Deus na proporção em que amo a pessoa que menos amo.'”

“Deus não é um patrão, um gerente ou um gênio mágico para servir às nossas ordens.”

“E o oposto do pecado é graça, não virtude.”

“A política determina limites entre pessoas; em contraste, o amor de Jesus passa por cima dessas linhas e distribui graça. Isso não significa, naturalmente, que os cristãos não deveriam envolver-se em política. Significa simplesmente que, ao fazê-lo, não devemos permitir que as regras do poder descartem o mandamento do amor.”

 

 

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s